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COMO A SEGURANÇA TRABALHA CONTRA O CRIME

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O comandante do 14º Batalhão da Polícia Militar, Rogério Luiz Kumlehn, o policial civil Adilson Macário de Oliveira Júnior e o representante dos conselhos de segurança de Jaraguá do Sul, os Consegs, José Schmidt, estiveram presentes na sessão de terça-feira, dia 24 de fevereiro, para falarem aos vereadores e o público sobre os trabalhos realizados nos diferentes órgãos em prol da segurança pública.
O comandante da PM discorreu principalmente sobre o projeto de instalação de 20 câmeras de segurança, que serão colocadas principalmente na região central e nos quatro principais acessos da cidade, e que devem inibir a ocorrência de pequenos furtos, tráficos de drogas e golpes, crimes de menor potencial ofensivo, mas que crescem na região central.
Questionado sobre se existe uma indústria da multa de trânsito, ou se os policiais são estimulados, através do pagamento de comissões, a aplicá-las indiscriminadamente, ele negou e enalteceu o trabalho dos PMs locais, que desde 2002 tiveram redução de dez profissionais no seu quadro, embora a escalada de crimes tenha aumentado.
“Meus policiais são muito bons”. Esta foi a resposta do Kumlehn, ao responder ao questionamento do vereador Ademar Possamai (DEM), se é verídico o boato de que os PMs são incentivados com o pagamento de comissões a aplicar multas de trânsito. Ele lembrou que o dinheiro arrecadado com multas ainda é dividido entre as polícias Civil e Militar e a Prefeitura, por força de contrato. Para ilustrar como os PMs jaraguaenses trabalham, o comandante do batalhão apresentou levantamento dizendo que em janeiro de 2009, a PM jaraguaense fez 197 prisões em flagrante de pessoas em diferentes tipos de infrações e crimes, enquanto a PM de Joinville, no mesmo período, fez 148 prisões. “Somos ainda os campeões estaduais de embriaguez ao volante, mas inibimos este crime com 538 flagrantes realizados em 2008”, lembrou Kumlehn.
O policial civil Adilson Macário também lembrou das dificuldades de trabalho com um quadro reduzido de policiais. Para ilustrar, apontou que em 1996 Jaraguá do Sul tinha três delegados, quatro escrivães e 14 policiais investigadores. Em 2008, o número baixou para dois delegados, um escrivão e quatro plantonistas. Hoje, a perspectiva é um pouco melhor, com as confirmações de três delegados, quatro escrivães e nove policiais e a promessa do governo do Estado de que venham mais policiais para cá.
O representante dos Consegs, José Schmidt, defendeu que a comunidade procure conhecer mais os problemas de segurança e incentive e participe mais dos conselhos de seus bairros. “Precisamos avançar da mesma forma que o crime organizado avança”, conclamou.