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CÂMARA ESTÁ AUTORIZADA A ASSOCIAR-SE À AVEVI

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A Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul aprovou em primeira votação, na sessão da última quinta-feira (21), o projeto de lei ordinária número 294/2010, que autoriza a filiação e contribuição à Associação das Câmaras de Vereadores do Vale do Itapocu (Avevi). Se aprovado em segunda votação, o Legislativo jaraguaense pagará à entidade R$ 1.875,00 mensais – valor estabelecido pelo Conselho Consultivo da Avevi. A matéria obteve nove votos a favor e um contra, este do vereador Ademar Winter (PSDB).
Segundo o projeto, a contribuição poderá ser usada exclusivamente para atividades desenvolvidas pela entidade, com a obrigatoriedade de comprovação da aplicação dos recursos. O vereador Jean Carlo Leutprecht (PC do B), secretário de Relações Públicas da instituição, parabenizou a iniciativa da Câmara em associar-se à Avevi, o que deve favorecer a troca de informações e qualificar vereadores e servidores.
“Outras iniciativas como esta acontecerão e vão poder melhorar o trabalho do Poder Legislativo”, comentou Jean, ao se referir ao debate em torno de matérias orçamentárias, realizado nesta semana, na Câmara de Guaramirim. O vereador Justino Pereira da Luz (PT) fez coro ao colega e falou da importância das palestras promovidas pela instituição.
O petista ressaltou que os cursos promovidos pela entidade, com profissionais gabaritados nos respectivos assuntos, serão importantes para evitar os maus exemplos da classe política, flagrada fazendo turismo com dinheiro público e enganando o público que está participando de algum curso. Segundo Justino, a associação sairá fortalecida com a capacitação dos vereadores. Jean comentou que os assessores parlamentares também devem se capacitar para poderem assessorar melhor os legisladores.
O vereador Ademar Winter, com mais tempo de Câmara, justificou seu voto contrário dizendo que já contribuiu com associação semelhante há alguns anos, mas que na época o dinheiro era usado “para alguns fazerem festa”. Jean replicou o comentário de Winter explicando que o vereador, no papel de fiscalizador de recursos públicos, deveria ter cobrado e verificado a destinação do dinheiro e até mesmo denunciado ao Ministério Público, se houve mesmo desvio de finalidade.